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Robinson Crusoé, obra-prima de Daniel Defoe, é um dos marcos literários mais importantes da literatura inglesa. Publicado em 1719, o romance narra a trajetória de um jovem aventureiro que, após naufragar, enfrenta anos de isolamento em uma ilha deserta.
A narrativa detalha a luta de Crusoé pela sobrevivência, abordando temas como autossuficiência, fé e as relações de poder entre colonizador e colonizado.
A história cativa não apenas pela aventura, mas também pela reflexão sobre a condição humana, os desafios da solidão e a superação das adversidades.
Ao longo dos anos, Robinson Crusoé consolidou-se como um clássico atemporal, influenciando a cultura popular e outras obras literárias.
A obra continua a ser estudada e lida por sua profundidade temática e pela construção de um protagonista complexo.
Defoe utiliza a experiência de Crusoé para discutir o impacto do colonialismo e da fé em uma época marcada por grandes transformações sociais e políticas.
Resumo da Obra
Robinson Crusoé, escrito por Daniel Defoe, é um clássico da literatura que narra as aventuras e desafios enfrentados por um jovem inglês após um naufrágio. A história começa em 1651, quando Crusoé, contrariando os desejos de sua família, embarca em uma jornada marítima.
Após sobreviver a várias provações, incluindo ser capturado por piratas e vendido como escravo, ele consegue se estabelecer como fazendeiro no Brasil.
No entanto, a busca incessante por aventura o leva a participar de uma expedição de escravos na África, que culmina em um naufrágio.
Isolado em uma ilha deserta, Crusoé luta pela sobrevivência utilizando os poucos recursos disponíveis. Ele constrói uma moradia, aprende a caçar e cultiva alimentos, adaptando-se à sua nova realidade.
Sua solidão é interrompida apenas após 15 anos, quando encontra uma pegada humana na areia. Esse evento marca o início de sua relação com Sexta-Feira, um nativo que ele salva de canibais e transforma em seu companheiro e servo.
Com o tempo, Crusoé e Sexta-Feira estabelecem uma convivência marcada por elementos de submissão e poder. Juntos, enfrentam diversos desafios até que, finalmente,
Crusoé consegue retornar à Inglaterra após 28 anos de isolamento. A obra é rica em reflexões sobre a fé, a moralidade e a condição humana, destacando a capacidade de adaptação e resiliência diante das adversidades.
Robinson Crusoé é muito mais do que uma simples aventura; é um retrato profundo das complexidades da existência e das relações humanas, permanecendo relevante até os dias de hoje.
Análise Detalhada do livro Robinson Crusoé
Sobrevivência e Isolamento
Robinson Crusoé é uma obra que explora a luta pela sobrevivência em condições extremas. Crusoé é forçado a desenvolver habilidades de autossuficiência, o que reflete o ideal iluminista do homem racional e industrioso.
A narrativa descreve minuciosamente cada etapa do processo de adaptação, desde a construção de abrigos até o cultivo de alimentos.
Colonialismo e Relações de Poder
A relação entre Crusoé e Sexta-Feira ilustra as dinâmicas de poder e dominação colonial. Crusoé assume o papel de mestre e impõe sua cultura, religião e língua a Sexta-Feira.
Essa relação é uma crítica ao imperialismo europeu e às justificativas morais usadas para subjulgar outros povos, destacando as desigualdades e a exploração presentes na época.
Religião e Moralidade
A religião desempenha um papel central na vida de Crusoé, servindo como um pilar de apoio durante seu isolamento.
Sua fé é constantemente posta à prova, e ele vê suas dificuldades como castigos divinos. A obra questiona o sentido da existência e explora a redenção por meio do trabalho árduo e da devoção religiosa.
Personagens Principais
Robinson Crusoé
Robinson Crusoé é o protagonista da obra e o exemplo clássico de um aventureiro obstinado. Jovem inglês, ele decide desafiar o destino que seus pais escolheram para ele e embarca em uma vida no mar. A
pós sobreviver a um naufrágio, Crusoé encontra-se em uma ilha deserta, onde passa 28 anos de sua vida. Durante esse tempo, ele demonstra resiliência, engenhosidade e uma profunda reflexão sobre fé e moralidade.
Sexta-Feira
Sexta-Feira é um nativo que Crusoé salva de ser sacrificado por canibais. Ele se torna companheiro de Crusoé na ilha, mas sua relação é marcada pela desigualdade.
Crusoé o ensina a falar inglês e o converte ao cristianismo, mas o mantém em uma posição de subserviência. Sexta-Feira simboliza as dinâmicas coloniais de poder e a imposição cultural europeia.
Moral da História
Robinson Crusoé não é apenas uma história de aventura, mas também uma profunda reflexão sobre a condição humana, a moralidade e a sobrevivência. A obra explora temas universais e oferece importantes lições de vida, que podem ser sintetizadas em:
- Resiliência: A capacidade de superar adversidades com engenhosidade e perseverança.
- Autossuficiência: A importância de confiar em suas habilidades e recursos.
- Fé: A relação entre fé e superação em momentos de desespero.
- Colonialismo: A crítica à imposição cultural e exploração de povos nativos.
Contexto Histórico e Impacto Cultural
Robinson Crusoé foi publicado em 1719, em um período de expansão colonial europeia e crescente interesse por explorações marítimas.
A obra reflete o espírito da época, abordando temas como o imperialismo, o comércio de escravos e a expansão territorial. Defoe captura a mentalidade colonial do século XVIII, explorando as relações de poder e dominação entre europeus e povos nativos.
O impacto cultural de Robinson Crusoé é imenso. Considerado o primeiro romance moderno, o livro influenciou gerações de escritores e leitores, tornando-se uma referência em narrativas de sobrevivência e exploração.
A figura de Crusoé tornou-se um arquétipo literário, representando o homem solitário que enfrenta a natureza e emerge transformado.
Ponto de Vista Crítico
Pontos Positivos
Robinson Crusoé é uma obra pioneira que combina aventura com reflexão filosófica. A narrativa de Defoe é rica em detalhes, permitindo ao leitor uma imersão completa na jornada de Crusoé.
O livro destaca-se por sua abordagem realista e pela construção do protagonista, que simboliza a luta humana pela sobrevivência e autossuficiência. Além disso, a obra oferece uma crítica sutil ao colonialismo, proporcionando um debate relevante sobre poder e moralidade.
Pontos Negativos
Apesar de sua importância literária, Robinson Crusoé não escapa de críticas. A relação entre Crusoé e Sexta-Feira é um reflexo das atitudes colonialistas da época, o que pode ser desconfortável para leitores modernos.
A narrativa também apresenta uma visão eurocêntrica, onde a cultura europeia é imposta como superior. Além disso, as extensas descrições e o ritmo lento podem tornar a leitura cansativa para alguns.
Sobre o autor Daniel Defoe

Daniel Defoe, nascido em 1660 em Londres, é amplamente reconhecido como um dos pioneiros do romance moderno.
Inicialmente comerciante, ele se tornou escritor, jornalista e panfletário, utilizando sua vasta experiência de vida para compor obras que exploram temas variados, como política, economia e religião.
Sua carreira literária começou tarde, mas logo se destacou pela habilidade em combinar ficção e realidade, criando narrativas que permanecem relevantes até hoje.
O sucesso de Robinson Crusoé impulsionou Defoe ao reconhecimento literário, marcando uma nova era na ficção inglesa.
Além de Robinson Crusoé, ele escreveu outras obras notáveis como Moll Flanders, que aborda a vida de uma mulher lutando por sobrevivência em um mundo cruel.
Defoe era um autor prolífico, com mais de 300 títulos publicados, incluindo romances, ensaios e críticas sociais.
Apesar das dificuldades financeiras e perseguições políticas que enfrentou, Daniel Defoe deixou um legado literário inestimável.
Seu trabalho não apenas ajudou a moldar o romance moderno, mas também abriu caminho para a exploração de temas universais, tornando-o uma figura central na história da literatura ocidental.
Conclusão da resenha do livro Robinson Crusoé
As aventuras de Robinson são mais do que apenas um relato de sobrevivência; elas representam uma profunda exploração da condição humana, das relações de poder e da fé.
O romance de Defoe, publicado por Daniel Defoe em 1719, permanece relevante porque narra a vida de um náufrago que, após ser escravizado por piratas, encontra-se sozinho em uma ilha, enfrentando desafios que vão desde construir um abrigo até enfrentar seus medos mais profundos.
A história do náufrago é rica em detalhes, desde o momento em que Crusoé encontra uma pegada na areia até sua complexa relação com o indígena Sexta-Feira.
O impacto cultural da história original de Robinson Crusoé vai além das páginas, influenciando gerações de leitores e autores.
Publicada pela Zahar e traduzida por José Roberto O’Shea, a obra oferece uma experiência de leitura única, onde a prosa aparentemente despretensiosa é repleta de nuances.
Como capitão de um navio, Crusoé passou de senhor de engenho a fazendeiro muito rico, mas suas maiores lições vieram de sua luta para sair da ilha.
Convidamos você a refletir sobre o texto de Defoe e compartilhar suas impressões nos comentários. Qual parte das aventuras de Robinson Crusoé mais te marcou?
Perguntas Frequentes da História de Robinson Crusoé
Como a história de Robinson Crusoe começa?
A narrativa é iniciada quando o jovem marinheiro decide embarcar em uma jornada, desafiando o mando do capitão e os conselhos de sua família. Após várias desventuras, ele acaba sendo o único sobrevivente de um naufrágio e vai parar numa ilha deserta.
Qual a relação entre a história de Robinson Crusoe e o marinheiro escocês Alexander Selkirk?
A história original de Robinson Crusoe foi inspirada na vida de Alexander Selkirk, que viveu completamente sozinho por quatro anos numa ilha deserta. Selkirk foi resgatado após ser abandonado na ilha Más a Tierra, na costa do Chile.
O que Crusoé faz para sobreviver após o naufrágio?
Após o naufrágio, Crusoé faz de tudo para aprender a sobreviver na ilha. Ele utiliza todo o seu conhecimento para construir abrigo, caçar com armas de fogo e assar pão. Durante 24 anos excruciantes, ele enfrenta desafios, incluindo a solidão do personagem.
Qual é a importância da obra de Defoe na literatura?
Robinson Crusoe, publicado por Daniel Defoe em 1719, é uma das obras fundadoras do romance moderno. A experiência de leitura é enriquecida pela prosa aparentemente despretensiosa, mas repleta de nuances, que narra a vida de um náufrago que passou anos numa ilha.
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